A paralisação da segunda etapa do Canal do Malhado voltou ao debate político de Ilhéus. A ex-secretária estadual da Saúde e candidata a deputada federal Adélia Pinheiro (PT) cobrou do prefeito Valderico Júnior (União Brasil) a conclusão da licitação e a retomada dos trabalhos, afirmando que moradores e comerciantes seguem afetados pela demora. A cobrança ocorreu durante agenda política no bairro, em 14 de setembro.
Iniciada em agosto de 2022 e paralisada no ano seguinte, a segunda etapa envolve mais de R$ 11 milhões e tem financiamento majoritariamente estadual por meio de convênio com a Conder, enquanto a licitação e a execução cabem ao município. Em 2026, a Prefeitura abriu uma nova concorrência para contratar a execução do remanescente da obra, com valor estimado em R$ 10,16 milhões, conforme registro no PNCP.
O caso ganhou ainda outro capítulo: em maio, o Governo da Bahia autorizou o processo licitatório da terceira etapa do fechamento do canal, com investimento superior a R$ 16,4 milhões e execução prevista pela Conder. Assim, enquanto uma etapa municipal permanece em processo de retomada, outra frente avança sob responsabilidade estadual. O cenário coloca em evidência a necessidade de acompanhar prazos, responsabilidades administrativas e execução dos recursos públicos
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